terça-feira, 7 de setembro de 2021

DEIXO A VIDA PARA ENTRAR NO LIXO DA HISTÓRIA

 


"(...). O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.

(Rio de Janeiro, 23/08/54 - Getúlio Vargas)

Enfim vimos como um grande fiasco as manifestações deste 7 de setembro, mesmo com a dinheirama que empresários bolsonaristas usaram para pagar carros de som, aluguel de helicópteros, transporte em centenas de ônibus, combustível para os caminhões usados para demonstrar força, alimentação e hospedagem de milhares de apoiadores em Brasília e São Paulo.

A decepção estava estampada na cara do presidente Jair Bolsonaro e no tom exaltado de seu discurso reciclado de tantas falas com seus apoiadores do cercadinho do Palácio da Alvorada. A decepção estava engasgada na garganta de muitos que foram a Brasília achando que conseguiriam invadir o prédio do STF e do Congresso Nacional.

Mas, mesmo já decantado tantas vezes, o discurso de Bolsonaro na Paulista deixou mais evidente o seu deplorável estado mental e demonstrou o quanto ele nada aprendeu da vida e sobre as responsabilidades do cargo que ocupa. 

Aquele xingatório chulo contra um ministro da Suprema Corte, apenas porque este está cumprindo sua função - investigando e colocando na prisão quem ameaça a ordem democrática e a vida de ministros daquela corte -, demonstrou que o presidente está disposto a fazer algo dramático, pois sabe que não será reeleito - único objetivo que tem desde sua posse -, e o voto impresso é apenas uma desculpa. Ele também não vai querer ser preso. Então, das opções que ele fez questão de repetir em seu famigerado discurso - ser preso, ser morto ou a vitória, só lhe sobrou a segunda alternativa, que poderá ser uma repetição de um gesto de loucura que o Brasil já presenciou, com o suicídio de Getúlio Vargas no dia 23 de agosto de 1954, dois meses antes de Bolsonaro nascer.

E por tudo que ele tem feito desde que tomou posse nos leva a crer que ele optará por esta saída dramática, pois será a única forma dele entrar na história e não acabar como um mero delinquente. Restará a dúvida na cabeça de milhões de pessoas que hoje acreditam nele.

Com o tempo será apenas uma triste lembrança!

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE PODERÁ OU NÃO LIBERTÁ-LO. TUDO DEPENDE DE SEU CARÁTER!

 


Que Deus não deixe longe da justiça dos homens, aqueles que não merecem ter nascido à sua imagem e semelhança!

General Paulo Chagas

O presidente Jair Bolsonaro gosta de se mostrar cristão, grande marido, um paizão e jogar pedra nos outros, pois ele nunca reconhece seus próprios erros preferindo atribuir a outras pessoas as razões de sua fracassada existência.

Então, conheça uma passagem de sua vida e analise se ele tem qualquer moral para ficar atacando outras pessoas:

Quando Jair Bolsonaro e Rogéria Nantes - mãe de seus três filhos mais velhos -, se separaram (1998), ele disse que a ex-mulher havia deixado de seguir suas orientações nas votações na Câmara Municipal, onde ela era vereadora, pois ele exigia que ela votasse de acordo com sua orientação, lá de Brasília. Com esta alegação, ele retirou o apoio a ela, que não conseguiu se reeleger nas eleições de 2000, quando seu cacife político foi transferido para o filho Carlos Nantes Bolsonaro, então com 17 anos e que foi eleito pela primeira vez.

Os reais motivos da separação não foram divulgados pelo casal, embora a imprensa tenha se esforçado muito para saber das fofocas. Entretanto, o jornalista Luiz Maklouf Carvalho, escrevendo para o Estadão, no dia 15 de abril de 2018, relembrou o caso e resgatou uma nota divulgada na imprensa na época da separação do casal (1998).

A desavença conjugal ocorreu no começo deste segundo mandato de Rogéria, ambos insatisfeitos com as infidelidades de cada um. Quem viveu de perto – e não fala abertamente, com medo do quem sabe futuro presidente da República – relata que Bolsonaro teve enorme dificuldade de já ir se acostumando. Finalmente separados, ambos assumiram os relacionamentos já existentes. Vida que segue, como no jogo. Até a eleição de 2000.

Ponto Final. Levou chifre sim...


O que você verá abaixo é um trecho de um relatório de 1990 do Exército, feito a mando do general Jonas de Morais Correa Netto, ministro chefe do EMFA. Não se faz general como antigamente...


O chifre já vinha de longa data...




Análise do Exército


Isso aí já era com sua assessora, em Brasília, Ana Cristina...