O dinheiro dos tolos é o património dos espertos.
Denis Diderot (1713-1784) foi um filósofo, escritor e tradutor francês, encarregado de coordenar a elaboração da “Enciclopédia”, a obra que melhor sintetizou o pensamento iluminista.
Os irmãos Batista, donos da JBS - a companhia mais conhecida do grupo J&F -, da Eldorado Brasil Celulose, do Banco Original, da Flora Higiene e Cosméticos, do Pic Pay, do Canal Rural, da LGH Mining (mineração), da Fluxus (óleo e gás), da Âmbar e de outras muitas empresas no Brasil e no exterior, depois de serem processados e condenados por corrupção ativa, organização criminosa, lavagem de dinheiro, uso de informações privilegiadas e manipulação do mercado de ações e outros crimes, andam livres, leves e desenvoltos nos principais Gabinetes do Planalto.
E, novamente, fazendo negócios obscuros com o Governo Lula, agora com as costas quentes, depois do apoio recebido de ministros do STF: Dias Toffoli suspendendo o pagamento da multa de R$ 10,3 bilhões negociada com a 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, em 2017, para se livrarem da cadeia pelos crimes praticados e confessados; Edson Fachin, que não recebeu da PGR a Denúncia de pagamento de propina da JBS ao ex-ministro de Lula, o italiano Guido Mantega e outros que, por enquanto, estão na moita esperando o momento adequado para se pronunciarem.