sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Entre o fanatismo e a blasfêmia: o vale-tudo!

Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem.

Nelson Rodrigues

Para Jair Bolsonaro, ganhar as eleições de 2022 é como as tantas outras que ele ganhou ao longo de sua carreira política. Ele não quer ter esforço para isto, ela aposta na burrice do eleitorado e na sua sempre disposição em ser enganado.

Antes, quando era para renovar seu mandato de deputado federal, ele sempre inventava uma polêmica para ficar na boca do povo e angariar votos. Assim foi com o "kit gay", que somente existiu em seus discursos e na cabeça de seus seguidores. Ele também alimentou por anos a intervenção no Congresso Nacional e no Poder Executivo, trazendo para seu lado os viúvos e viúvas da Ditadura Militar, mantendo sempre em pauta o culto a figuras degradantes do nefasto Regime, como é o caso do torturador coronal Ustra. Em seu estentor, ele chegou a pregar a morte de 30 mil brasileiros - no mínimo - "incluindo FHC", para, segundo ele, "acabar com o que os militares haviam iniciado".

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A crônica de um camarão incomível

Depois de tomar posse em 1990 na Presidência da República, Fernando Collor de Mello aprontava essas mesmas presepadas e deu no que deu. Sinal de que podemos nos livrar de Bolsonaro logo.

Para muitos, poderia parecer até praga de apoiador baiano de Sérgio Moro o abandono repentino de Jair Bolsonaro de suas férias, que não eram férias e que tinha como segunda fase curtir praias sulistas, já que no período de Natal ele preferiu ficar em Guarujá (SP).

Afinal, logo no primeiro dia (27/12) deste segundo sprint de férias - rara oportunidade em que viajava com a mulher Michelle e a filha Laura -, o presidente avisou: "Espero não ter que retornar antes". Ele acabava de se instalar em suas acomodações no Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul (SC) armado com todos os brinquedinhos que o presidente tanto gosta, onde planejara ficar até o dia 4 de janeiro.

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Temporariamente entupido: a esdrúxula tentativa de Jair Bolsonaro em repetir as eleições de 2018. Moro neles!

O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente...

Mario Quintana

“Que prazer eu sinto ao saber que o filho-da-puta passa mal. Mata seu povo e leva o castigo de volta: que exploda em merda!”, escreveu o ator petista José de Abreu no Twitter. 

“STF e checadores do Twitter Brasil, seria esse mais um exemplo do ódio do bem? Só gostaria de ler a resposta para a questão!“, argumentou o santinho do pau oco, o vereador federal Carlos Bolsonaro, a pessoa que encabeça um grupo de marginais bolsonaristas, regiamente pagos com dinheiro público, para disseminar inverdades e meias verdades que induzem o leitor ao erro (Fake News), atacar reputações, usar ciber robôs para se posicionar melhor nas redes sociais sobre determinados assuntos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

O Brasil não merece ter que escolher entre Lula e Bolsonaro, diz Pedro Simon, aliado declarado de Moro

Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre

Charles Chaplin

Crédito: Eduardo Amaral. Jornal ABC. 31 dez. 2021

Durante 56 anos ininterruptos o caxiense Pedro Simon, ocupou cargos políticos - sempre eleito, mesmo no período ditatorial. Sua atuação política começa em 1953, ainda no movimento estudantil em sua terra natal. Em 1958 é eleito vereador em Caxias ainda pelo PTB de Jango e Brizola. Quando surge o bipartidarismo, migra para o MDB, sigla que ao longo de 21 anos arregimentou a oposição ao governo militar.

Além de vereador, Simon também foi eleito deputado estadual, governador e senador. E foi no Senado que sua retórica inflamada e os discursos contra a corrupção lhe deram destaque. Como opositor à ditadura militar, esteve envolvido em campanhas como a Lei da Anistia e as Diretas Já.

sábado, 1 de janeiro de 2022

O que tem a ver votar em Sérgio Moro e o monstro palaciano que devora a infância de sua filha!

O mundo será julgado pelas crianças. O espírito da infância julgará o mundo.

Georges Bernanos

Eu sempre defendi a hipótese do presidente Jair Bolsonaro ter um grave distúrbio psicológico e que deveria ser impedido por uma Junta Médica de continuar no cargo, por tudo de ruim que sua loucura tem causado dos Brasil e aos brasileiros.

Mas, enquanto a gente não consegue tirá-lo do cargo pelo voto (graças a Deus falta menos de 1 ano), vamos ter de aturá-lo, mas de forma crítica em relação às suas ações de chefe de Estado e em sua vida privada, porque político não tem isso; sua vida é pública.