segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Gilmar Mendes atropela o Congresso para ajudar Lula

 

Quando não punimos nem reprovamos os malfeitores, não estamos simplesmente protegendo sua velhice trivial, estamos, portanto, arrancando os alicerces da justiça de debaixo das novas gerações.

Aleksandr I. Solzhenitsyn

Há uma frase que se encaixa bem na decisão proferida ontem (18/12), em pleno domingo, pelo ministro do Supremo Gilmar Mendes: "cuida que o filho é teu".

Depois de ser a peça-chave no desmonte da Lava Jato e perseguição de seus principais atores, da derrubada da prisão depois da condenação em segunda instância e da declaração do juiz Sérgio Moro como suspeito, com o único propósito de soltar Lula e o tornar novamente elegível, o ministro Gilmar Mendes dá uma decisão monocrática para tornar o Bolsa Família "extra orçamento", apenas com abertura de crédito especial.

Lula está sendo chantageado (ele gosta!) pelo Congresso Nacional, que somente aprovaria a PEC da Transição com o aceite pelo novo governo do Orçamento Secreto e muitos cargos de ministros e cargos em escalões secundários, em ministérios com farto orçamento e que a turma do Centrão pudesse roubar bastante.

Gilmar Mendes, diante do questionamento do senador Randolfe Rodrigues de que o Bolsa Família estaria enquadrado no "mínimo existencial" defendido pela Constituição Brasileira, aproveitou para dar um chega pra lá no Centrão, que apoiou Jair Bolsonaro e demonstrar a força do STF para continuar sua saga criminosa em defesa da marginalidade política. Com certeza, Mendes, em nenhum momento em sua decisão, pensou de fato em pobre, mas apenas em se manter à vista dos holofotes, como o cara.


domingo, 18 de dezembro de 2022

"Queria dormir esta noite com o seu perdão": do ministro Dias Toffoli para Lula com amor e carinho

Num estado democrático existem duas classes de políticos: os suspeitos de corrupção e os corruptos.

David Zac

O ministro do Supremo Tribunal Federal Antônio Dias Toffoli, aquele mesmo que tentou quatro vezes entrar para a Magistratura e não conseguiu, por pura incompetência, e que foi indicado ao STF, por Lula, em 2009, acaba de protagonizar mais um momento hilário no âmbito da Justiça: pedir perdão a um condenado pela Justiça.

Motivo? Não ter permitido que Lula comparecesse ao cemitério onde seu irmão Vavá seria enterrado, mas sim, permitiu somente que o caixão fosse levado a uma corporação militar, onde Lula reencontraria com o irmão falecido.

Lula não aceitou a oferta e ficou magoado com o ministro. Mas o que Lula queria era estar livre diante de uma profusão de repórteres para discursar contra a sua prisão e contra a Lava Jato. Dias Toffoli tomou, assim, a melhor decisão que o caso requeria.

Mas diante de Lula, quando no dia 12 último foi diplomado no TSE, Dias Toffoli tentou resgatar a amizade de Lula, em atitude absolutamente desnecessária e vergonhosa:

- O senhor tinha o direito de ir ao velório. Me sinto mal com aquela decisão e queria dormir esta noite com o seu perdão. 

Há algo de muito podre no Supremo Tribunal Federal, outrora palco de memoráveis debates jurídicos e decisões valiosas para a Sociedade, agora convertido em casa de mãe joana e antro de corruptos, que trabalham apenas para proteger e bajular corruptos.

Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Antônio Dias Toffoli, Kassio Nunes e a fila só aumenta. 

sábado, 17 de dezembro de 2022

Com as bênçãos do STF e do PT, o Congresso Nacional institucionaliza a roubalheira ao Orçamento da União


Ao contrário do que alguns defendem, político não vira corrupto; Corrupto vira político e, com o nosso voto e a proteção do STF, ele ganha assento cativo na festança da roubalheira nacional.

(Bernardino Coelho da Silva - pesquisador e escritor)

O livro que escrevi "Podres Poderes" (ver na aba à direita) retrata todas as artimanhas e principais práticas criminosas perpetradas por "suas excelências" federais, no Orçamento da União, desde que passou a se permitir, pela Constituição de 1988, a emendar a peça orçamentária com interesses paroquiais que, na maioria das vezes, acaba sendo convertido em dinheiro vivo que vai direto para os largos bolsos da bandidagem eleita para compor o Congresso Nacional.

A cada vez que eram descobertas as falcatruas feitas com o dinheiro público, os parlamentares logo arranjavam outra forma de tentar roubar a Nação sem serem pegos pela Justiça.

E assim, os digníssimos ladrões federais vêm colocando as mãos na maior parte do dinheiro enviado pelo governo federal aos seus redutos eleitorais, sempre em conluio com prefeitos municipais, que também usufruem de parte da verba destinada aos seus municípios e que são desviadas, seja através de contratos superfaturados, destinação para feitos que dificultam a fiscalização ou até mesmo para obras que nunca serão realizadas.


Embora haja muita conivência dos órgãos de controle (TCU, por exemplo) com o assalto ao Orçamento da União, o Ministério Público Federal sempre costumava achar um meio de expor os fatos criminosos, o que obrigava o Parlamento a repensar suas estratégias para continuar roubando a Nação sem a "importunação" da Procuradoria Geral da República, da Justiça Federal ou do Supremo Tribunal Federal, quando tais instituições ainda não estavam tão contaminadas pela corrupção sistêmica que assola o Brasil.

Já pensou se parlamentares e assessores usassem de tanta criatividade em prol da sociedade? Teríamos soluções ímpares para todas as áreas de interesse direto do eleitor. 

Mas, o que essa turma faz, é somente pensar meios mais criativos de burlar a vigilância dos órgãos de controle e a atenção da sociedade sobre seus malfeitos (Êta palavrinha que não engulo. É crime mesmo!).

A criação do Orçamento Secreto, que vigora desde o início do mandato do presidente Jair Bolsonaro - que até criou uma Secretaria Especial ligada à Presidência da República, para garantir a distribuição das verbas secretas - é a mais audaciosa articulação entre os Poderes Legislativo e Executivo, para surrupiar os cofres públicos e não serem pegos os políticos federais envolvidos.

A falta total de transparência na distribuição dos recursos do Orçamento da União levou partidos e outras instituições, num total de cinco ações, a provocar o STF sobre a constitucionalidade do Orçamento Secreto. Claro que isto é óbvio e a ministra Rosa Weber, relatora das ações, não teve a menor dúvida em taxar de criminosa a estratégia de burlar a fiscalização oficial e esconder dos cidadãos quais os parlamentares que usufruem do dinheiro público.

Para evitar que o julgamento na Suprema Corte declare inconstitucional as Emendas do Relator, o que implicaria em não mais ser possível roubar quantia bilionária ainda não distribuída, Senado e Câmara dos Deputados, com maciço apoio do PT e dos bolsonaristas, aprovaram a toque de caixa, Projeto de Resolução alterando as regras de destinação do Orçamento, com uma grande armadilha: 50% das verbas deverão ser destinadas às áreas de Saúde, Educação e Ações Sociais, áreas caras para a Sociedade e que, com base nisto, os parlamentares acreditam que a população será menos crítica e cobrará menos sobre a destinação dos recursos, o que deixará, mais uma vez, os parlamentares livres para continuarem roubando a Nação.

E, vergonhosamente, ministros do STF, como os famigerados Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski se aliaram aos parlamentares para dizer à população que as novas regras são suficientes.

Em troca, Lula assumirá o governo em 1º de janeiro já atolado até o pescoço com o compromisso de continuar o toma-lá-dá-cá, que descambou no Mensalão e no Petrolão.

Algo de muito ruim paira no ar...

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

O homem que, sozinho, conseguiu destruir um exército


O ódio e a guerra que declaramos aos outros nos desgasta e nos consome.

Marquês de Maricá (título de nobreza de Mariano José Pereira da Fonseca) (1773-1848) foi um político, filósofo e escritor brasileiro.

Entre abril e dezembro de 2014, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) fez uma pesquisa para identificar o nível de confiança da população com o Exército Brasileiro.

O objetivo da pesquisa era identificar se o cidadão brasileiro acreditava que o Exército cumpria a sua função com qualidade e se fazia isso de forma a que os benefícios de sua atuação fossem maiores do que o seu custo. 

Para tanto, a FGV buscou conhecer o nível de confiança da população, não somente em relação ao Exército, mas também em relação a outras instituições. O resultado está no gráfico abaixo e mostra a alta confiança que uma grande parcela da população tinha no Exército.

Vale ressaltar que vínhamos de uma temporada de grandes manifestações de massa ocorridas em 2013 e que também ocorriam em 2014, com diversas reivindicações da população, mas, basicamente, refletiam o desgosto geral com os partidos políticos e com os políticos corruptos que dominam a política nacional, razão porque os Partidos Políticos foram tão mal avaliados na pesquisa da FGV.

Em 2018, vimos renovadas as esperanças de uma virada de página, com a eleição de um candidato à Presidência da República que se dizia adepto do combate à corrupção e que iria colocar no Ministério da Justiça "com carta branca" para agir, o juiz Sérgio Moro, que havia sido protagonista, juntamente com o MPF, das muitas condenações de poderosos corruptos. Era tudo que o Brasil esperava.

Bolsonaro não cumpriu sua promessa, porque, como se viu muito rapidamente, ele e seus filhos, também políticos, estavam envolvidos em mil e uma maracutaias.

Com relação ao Exército Brasileiro, Bolsonaro deu o troco. Quando capitão da Ativa, Bolsonaro foi acusado de ser ganancioso e de querer enriquecer, coisa que era inadmissível na época. No governo, ele resolveu envolver os "gananciosos" militares, abrindo as portas do Planalto para mais de 6,5 mil militares ocuparem cargos, com altos salários, além dos soldos acumulados. 

Se o Bloco da Mamata estava bastante satisfeito com o chefe, a população passou a ver o Exército de forma bastante diferente do que em 2014. Segundo pesquisa feita pelo Instituto PoderData, em 2021, apenas cerca de 30% da população via com bons olhos o Exército Brasileiro (ver gráfico abaixo). Hoje, com toda certeza, a situação está bem pior, especialmente, pelo envolvimento do ministro da Defesa em articulações golpistas, obedecendo feito um cachorrinho de madame, as ordens do chefe da corrupção palaciana.

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Da caserna aos porões da ignorância humana

Uma pessoa pode chorar ou rir. Sempre que você está chorando, você poderia estar rindo, a escolha é sua.

Andy Warhol, pseudônimo de Andrew Warhola (1928-1987) foi um pintor de Art-pop e cineasta norte-americano.

Eu tenho dito que se Bolsonaro tivesse cumprido as promessas que fez de combater a corrupção, ele teria ganhado a eleição de 2022 de mãos para trás, como em 2018, que passou quase todo o período de campanha se recuperando da facada que levou em Juiz de Fora (MG).

Mas, apesar das promessas, o Poder deu a Bolsonaro a errônea impressão de que ele poderia fazer o que bem entendesse, não dando atenção aos milhões de brasileiros que votaram nele pelo apelo que o tema lava-jato exercia naquele momento. Ele preferiu contribuir para a destruição do combate à corrupção, mesmo porque, o crime morava no seio de sua família e até dormia no mesmo quarto com ele.

Na verdade, todos nós erramos ao votar em Bolsonaro em 2018. Se tivéssemos pensado melhor, a opção seria votar nulo ou nem votar, já que o outro candidato "Fernando Haddad" também não oferecia-se como opção.

Fomos envolvidos pelo apelo que a Lava Jato exercia e pela necessidade de se combater, de fato, a corrupção desenfreada que assola o Brasil. Mas, Bolsonaro não passava de um lobo em capa de ovelha. Não só ele era um corrupto enrustido, como logo foi revelado que toda sua família estava envolvida com crimes e corrupção.

Então, como esperar que Bolsonaro agisse contra a corrupção, se ele e sua família se enriqueceram com dinheiro público?

Além disso, Bolsonaro somente entrou na política porque se viu sem lugar no Exército, onde ameaçou detonar bombas em quartéis para pressionar por aumento dos soldos. Ainda quando estava no Exército, nos anos 70, uma anotação em seu Prontuário chama a atenção, ao afirmar que Bolsonaro não tinha vocação para ser militar, pois era muito ganancioso e queria enriquecer.

Praticamente expulso do Exército, pois saiu de forma forçada, ele se entrincheirou na Política, onde iria poder se esbaldar com sobras de campanha, dinheiro de corrupção e formar uma ORCRIM familiar para receber propina e aplicar dinheiro sujo em imóveis, como forma de lavar capitais.

Mas, pior do que tudo isso, é ver tantas pessoas idolatrando o mal, aplaudindo a corrupção e pedindo a volta da Ditadura. Parece que o país, no lugar de buscar se desenvolver, está caminhando para novos anos de escuridão e é preciso lutar contra esta praga chamada Bolsonarismo.

A ignorância não pode prevalecer sobre a vontade maior da população em ver o Brasil superando a desigualdade criminosa de séculos, o preconceito, a fome e o divisionismo causado pelo pior presidente que o país já teve.

Que a Democracia derrote o Negacionismo e que prevaleça a inteligência, em meio a tanta ignorância.

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Espelho, espelho meu...

O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.

(Albert Einstein)

Os contos infantis são sempre inspiradores, porque, regra geral, eles trazem embutido na narrativa um que de moral e doutrinação, que sempre se encaixa em nosso cotidiano e ajuda na formação do caráter das crianças e dos jovens. 

Branca de Neve, publicado em 1812, é um clássico, que foi registrado pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, entre mais de 200 contos de fadas que deixaram de herança de uma longa dedicação a compilar aquilo que circulava "na boca do povo", ao longo de séculos.

O conto, tem várias versões, mas vai sempre ter uma linda menina, uma bruxa alucinada pela beleza, os sete anões, cada qual com sua idiossincrasia, um príncipe montado em um belo cavalo e o espelho que, historicamente, é visto como o instrumento que reflete a consciência de quem o encara, sendo, por isso mesmo, símbolo da verdade e da sinceridade.

Ontem (27/4), o presidente da República Jair Bolsonaro reuniu parlamentares que pensam (?) como ele e que estão sempre afim de alguma treta, para reforçar seus ataques ao Supremo Tribunal Federal, tendo como mote o Decreto inconstitucional que ele assinou concedendo Graça - herança da Idade Média -, ao deputado Daniel Silveira. [1]

Em determinado momento de seu discurso, como se estivesse diante de um espelho (e estava, pois lá somente tinha marginais como ele!) Bolsonaro disse: "O Executivo tem um chefe que mente". Parte da imprensa disse que isto foi um ato falho, mas Bolsonaro estava apenas externando o que ele, de fato, pensa e age. Ele é um mentiroso contumaz e faz disso sua plataforma política.

Se tomarem de seus asseclas as redes sociais, onde destilam ódio e espalham notícias falsas, Bolsonaro será um nada de nada. Seria o mesmo que quebrar o espelho a que ele recorre todos os dias para ver se continua sendo o bacana do pedaço. Como as últimas respostas do espelho não tem sido favoráveis a ele, Bolsonaro distribui maçãs envenenadas para tentar matar aqueles que o enfrentam e que enfrentam os seus comparsas de crime. 

QUEM É DANIEL SILVEIRA

O deputado federal bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ) foi preso no dia 16 de fevereiro de 2021, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após publicar vídeo com agressões ao STF e apologias ao Ato Institucional nº 5 (AI-5), principal instrumento de repressão da ditadura civil-militar no Brasil.

Conforme o próprio deputado admite em outro vídeo, gravado no momento em que a Polícia Federal (PF) entra em sua casa, em Petrópolis, na região serrana do Rio, ser preso não é uma novidade em sua biografia. Antes de assumir o mandato, em 2019, Silveira atuou como policial militar e passou 80 dias detido no quartel entre 2013 e 2017 “em virtude de numerosas transgressões disciplinares, por atrasos e faltas aos serviços”.

O portal The Intercept Brasil publicou detalhes do seu histórico disciplinar no ano passado. Segundo relato de seus superiores, “os atos praticados pelo soldado revelam atitudes incompatíveis com a condição de policial militar.

Com 60 sanções disciplinares, 14 repreensões e duas advertências, Silveira deixou “cristalina a sua inadequação ao serviço na Polícia Militar” e precisou “empilhar licenças médicas”, segundo o Intercept, para evitar ser expulso da corporação e driblar a Lei da Ficha Limpa.


[1] Embora a Carta Política se refira apenas ao indulto e à comutação de pena (art. 84, XII, CF/88), o benefício da graça está implícito (art. 5º, XLIII, CF/88), não tem o poder de extinguir o crime nem a condenação imposta, apenas impede a execução da pena não anulando seus efeitos. O direito de graça era tão só um ato do Poder Público em favor do réu, definitivamente condenado, para conceder-lhe a extinção, diminuição ou comutação da pena que lhe fora imposta, confundindo-se com o indulto individual. Sua origem emana da Idade Média, das denominadas chartes du pardon, constituindo-se em verdadeiro bill of indemnty, ou melhor, autorização para cometer crime. Foi confundida com o indulto e utilizada nos países que adotaram a pena de morte, a fim de comutá-la para prisão perpétua. Abrange somente a pena e sua execução e não o crime, mantendo todos os seus efeitos.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

Quem tem medo do lobo mau... lobo mau...lobo mau!


Era uma vez uma história ... ou não?
Lembras-te?
Eu esqueci. Pois então...

(Diogo Maia)

"Os Três Porquinhos" é um conto da tradição anglo-saxônica e que, praticamente, é conhecido por todo mundo. Estima-se que tenha sido escrito no ano 1000 de nossa Era, cujo autor não se sabe precisar. A história, em sua singeleza, tem como moral que o trabalho, o esforço e a inteligência são recompensados.

A maioria das pessoas que tiveram contato com o conto dos três porquinhos, em sua infância, com certeza, queriam ser o Prático, o terceiro porquinho que era muito trabalhador e esforçado e que, por isso mesmo, preferiu construir a sua casa de pedra, resistente a qualquer investida do lobo mau e ainda salvou os dois irmãos preguiçosos que viram suas casas ruírem com o sopro do lobo mau.

Aqui, encerramos o conto e vamos à realidade, à nossa triste realidade. A realidade de um país que tem na sua classe política  que legisla e que executa -, e na casta do Judiciário, exemplos diários de que o trabalho e o esforço não compensam tanto quanto a inteligência criminosa.

Definitivamente, no Brasil, o crime compensa.

Todo dia cria-se ou se descobre um escândalo novo para abafar o ruído que o anterior deu origem. E vem sempre de uma turma que prefere manter viva a chama da mentira, porque a verdade é dolorida. E fazem isto mentindo, inventando versões fantasiosas que escondem a verdade.

E o Palácio do Planalto faz isto com maestria. Bolsonaro poderia ser comparado a Cícero, não o grande advogado e filósofo Marco Antônio Cícero, da Era pré-cristã, mas ao porquinho mais preguiçoso que, com os mesmos recursos de seus dois irmãos - Heitor e Prático - resolveu construir sua casa de palha "porque dava menos trabalho".

Bolsonaro não apenas está fazendo mal o seu trabalho, mas diferente de tudo que prometeu e pelo que foi eleito. Bolsonaro está destruindo tudo em seu entorno e dando exemplos diários de que não vale a pena trabalhar e se esforçar. E este conceito débil abateu em cheio as Forças Armadas, outrora aplaudidas e tidas como exemplos e pilares da Democracia.

Por exemplo, a Aeronáutica, depois de Bolsonaro assumir o governo, abandonou o projeto espacial brasileiro a "deus dará", pois dá muito trabalho projetar e fabricar foguetes. 

A Marinha está levando nas coxas o projeto dos submarinos, porque, especialmente aquele que será movido a energia nuclear dá muito trabalho e daqui algumas décadas a gente faz.

O Exército coitado, este foi cooptado primeiro para o projeto bolsonarista. Onde estão os 2 mil carros de transporte de tropas que estavam sendo fabricados pela Iveco, em Minas Gerais? Pra que, não vamos ter guerra. Defender o país dá muito trabalho. Os generais da Reserva e da Ativa preferem repetir as insanidades ditadas por Bolsonaro e jogar no lixo décadas de história.

Juntas, as Armas preferem, no lugar de trabalhar duro para ajudar na construção ética e moral da Nação brasileira, não faltar o leite condensado, o viagra, lubrificante íntimo, prótese peniana.

Afinal, quem tem medo do lobo mau, não é? 

Ele também está se esbaldando em sua própria orgia com os amiguinhos do Centrão: um luxo que nunca havia experimentado, desvio e lavagem de dinheiro em quantidades absurdas, muita preguiça e motociatas!

terça-feira, 26 de abril de 2022

Bolsonaro e sua gangue contra a Lei e a Justiça

O estado nada mais é que um "grande bando de ladrões", uma máfia. Só que muito maior, mais opressiva e mais perigosa.

Santo Agostinho

Bandidagem é coisa de sangue. DNA puro. A prova viva de que a bandidagem não é produto dos morros e da pobreza é o Planalto Central. Em Brasília, a bandidagem é, em sua maioria absoluta, branca, de trajes elegantes, fala mansa e sempre disposta a agradar uns e outros. E entre estes outros estão os que preferem ver o circo pegar fogo. E blindam o palhaço da morte e o idolatram, como se fosse alguém digno de louvores.

Não há ameaça de golpe no ar nem na terra; ele já aconteceu em 2018, quando Bolsonaro foi eleito. Dizia uma coisa para enganar os incautos e faz exatamente o contrário, colocando o país à beira de uma Cleptocracia.

Indultam bandidos, para os quais pregavam a pena de morte; se aliam a toda espécie de corrupto, independente de partido político, cor da bandeira e credo. Antes da eleição pregavam combater os corruptos.

Pena que nada aprendemos com o "Caçador de Marajás" do Collor e com o "Xô Corrupção" do Lula. Vivemos numa eterna ciranda entre o mal e o mal. Não há nada de bom no ar, seja em Brasília ou em Cafundó do Judas, onde possa existir um único político.


O que Bolsonaro faz é somente repetir o que ele fez durante 28 anos em que teve o mandato de deputado federal: totalmente improdutivo e fabricando um conflito por dia e tentando achar chifre em cavalo, como foi o caso do "kit gay" que, inicialmente, era somente  um chavão, mas que ele conseguiu transformar em algo concreto, graças aos idiotizados que o seguem.

Pior foi que a Câmara dos Deputados teve 30 oportunidades de extirpar este câncer da vida nacional e, em todas elas, a Comissão de Ética absolveu Bolsonaro. Claro, se fizessem isto, poderia servir de exemplo para muitas outras cassações, pois o que não falta no Congresso Nacional é político sem ética. Sem Vergonha!

Mas, agora, Bolsonaro extrapolou: ele, através de sua gangue no Congresso Nacional quer anistiar todos os seus seguidores que estão sendo processados desde 2019. E, claro, cada um que votar neste indecente projeto terá um bandido de estimação - os tais "homens de confiança" - a ser também anistiado. Alguns, auto exilados no exterior. Estes, poderão voltar, caso vingue esta loucura, livres, leves e soltos para continuar a vingança contra a Justiça, que Bolsonaro deseja ver de joelhos e incapaz de continuar sua marcha em favor da maioria, que não compactua com os crimes destes calhordas.

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Os soldadinhos de chumbo e a farra com o Erário


Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!

(Bob Marley)

"Se gritar pega Centrão, não fica um meu irmão". Quem se lembra disso?  Foi no lançamento oficial da candidatura de Bolsonaro à Presidência da República, ou seja, ainda era o tempo das promessas políticas e da caserna longe do pote de mel.

O general Augusto Heleno, que tão empolgadamente comandou o coro contra os corruptos do Centrão é o mesmo que hoje bate palmas para Valdemar da Costa Neto, Ciro Nogueira e outros tantos corruptos que se esbaldam impunes com o dinheiro público, seja através das centenas de emendas secretas, seja através de compras superfaturadas ou contratos aviltantes e que nunca serão executados, mas o dinheiro indo para os largos bolsos dos corruptos.

Augusto Heleno é o símbolo vivo de uma era que deve ser enterrada a bem da decência e da moral pública. Um quatro estrelas, 74 anos, que se iguala a um soldadinho de chumbo, que tomou gosto pelo cargo de ministro da Segurança Institucional e que aplaude e dá todo apoio ao "Comandante em chefe", mesmo este sendo alguém tão desqualificado e desequilibrado quanto Jair Bolsonaro, que prefere, ao invés de governar o país, acender todos os dias um estopim para gerar a próxima crise, com as quais ele conseguiu sobreviver 30 anos na política.

Mas o que interessa para esta turma - e não só o general Heleno - é partilhar do Erário que nunca esteve tão disponível para os milicos de seu naipe. Infelizmente, Bolsonaro somente trouxe desalento, mais roubalheira e a triste realidade de um país comandado por uma corruptela política, que mata a galinha dos ovos de ouro para arrancar-lhe o último ovo, que o deixará rico, para viver com os seus na fartura, enquanto o resto do país se vê na miséria.

Se Lula ou se Bolsonaro, quem dos dois ganhar as próximas eleições, só fará aumentar o Império dos Corruptos e o Brasil haverá de ser reconhecido mundialmente como a primeira Cleptocracia Institucional, comandada por corruptos, aplaudidos por corruptos, os eleitores que pensam com os mesmos desqualificados conceitos éticos e morais.

domingo, 24 de abril de 2022

A Banda Podre do STF se agita para ajudar a Odebrecht

Do mesmo papel em que lavrou a sentença contra um adúltero, o juiz rasgará um pedaço para nele escrever umas linhas amorosas à esposa de um colega.

Michel de Montaigne

Quanto vale uma vaga para o STF?

Com a sua sempre falta de postura ética, esta foi a pergunta que o presidente Jair Bolsonaro jogou ao vento poucos dias antes de indicar o seu ex-ministro da Justiça, o advogado André Mendonça, para uma vaga aberta no Supremo Tribunal Federal.

Não sei se Bolsonaro sabe quanto os ministros que formam a banda podre do STF recebem por cada HC concedido a bandidos de colarinho branco; quanto Gilmar Mendes recebeu para liderar o movimento de lavagem dos crimes de Lula para ele recuperar sua condição de elegível; quanto Gilmar Mendes está recebendo do Centrão, da Esquerda e da Direita, para  liderar o movimento de enlamear a imagem do ex-juiz Sérgio Moro para ele não ser candidato à Presidência. Mas, convenhamos, não deve ser pouca coisa.

Em 2018, Gilmar Mendes esbravejava contra o PT e seus corruptos, dizendo com voracidade que os petistas tinham acumulado tanta propina que daria para sustentar eleições do Partido até 2038. De repente, sem que nada tenha acontecido que o levasse a isto, Gilmar Mendes passa de anti-petista para Lulista "desde criancinha".

Não sei quanto vale uma vaga para o STF, mas que rola muito dinheiro por debaixo das togas, isto não dá para esconder.

A banda podre formada por Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Kássio Marques, Rosa Weber e Carmen Lúcia, não satisfeita com toda a bandalheira que tem aprontado em favor dos corruptos, agora, diz a mídia, se prepara para tornar os arquivos apreendidos pela PF da contabilidade de propinas da Odebrecht provas imprestáveis.

A única motivação para isto é salvar a Odebrecht de ter de pagar 8 bilhões de reais de multa pactuada com o MPF em acordo de leniência e de colaboração premiada. Isto abrirá caminho para anulação de toda a operação Lava Jato e a devolução de todo o dinheiro arrecadado. Só a JBS deixará de gastar 10,3 bilhões de reais em multa.

Tudo para agradar a Lula e sua gangue.

Ops! Pergunta-se novamente: quanto custa uma vaga ao STF?

VIVA a bandidagem nacional!!!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Bolsonaro volta a ameaçar a Democracia. Por que votar em Sérgio Moro pode garantir a nossa Liberdade?

Povos livres, lembrai-vos desta máxima: A liberdade pode ser conquistada, mas nunca recuperada.

Jean-Jacques Rousseau

No cercadinho do Palácio da Alvorada, onde pessoas ficam esperando pela saída ou a chegada do presidente da República, para contatá-lo com alguma reivindicação, comentário ou apenas para "venerar o mito" aconteceu mais uma vez a demonstração de que Jair Bolsonaro flerta com a ditadura.

E, talvez, sua insistência em se encontrar com o presidente da Rússia Vladimir Putin, em plena crise com a Ucrânia e a OTAN tenha a ver com o dito hoje (10/2/22) pelo presidente Jair Bolsonaro:

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Lula, Bolsonaro e Monark: o que os três têm em comum na enviesada e criminosa defesa de Hitler e do Nazismo

Memorial de Lidice, na República Checa, que retrata as 82 crianças mortas pelos nazistas em 1942, quando o vilarejo foi destruído, os homens assassinados e as mulheres e crianças foram levadas para um campo de concentração, onde foram mortas.

É bom ficar sempre com um pé atrás: o momento em que acreditamos ter vencido é sempre o mais perigoso.

(Da obra: Os meninos que enganavam nazistas)

Lula, em julho de 1979, quando ainda era sindicalista e enganava os trabalhadores fazendo um pesado discurso nas portas das fábricas e outro descontraído ao sabor de whisky 20 anos nos salões da Fiesp, negociando com o patrões, elogiou a "disposição, força e dedicação" de Hitler e afirmou: "O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer".

Sobre Khomeini - líder da revolução xiita (radicais islâmicos), Lula, na entrevista concedida à Folha, disse: "Eu não conheço muita coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do xá [Reza Pahlevi] foi um negócio sério".

De acordo com a Folha, a lista de figuras admiradas por Lula em 1979 incluía ainda Tiradentes, Gandhi, Che Guevara, Fidel Castro e Mao Tsé-Tung. Ele afirmou que não era "coincidência" o fato de todos eles terem lutado para derrubar governos.
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Na verdade, Lula apenas tentava agradar a todas as alas (dos xiitas aos moderados e nacionalistas) do PT, que sempre foi um partido segmentado, onde os opostos se digladiavam, até que os mais radicais e intolerantes saíram do partido e formaram outras legendas, como o PSOL, PSTU e o PCO.
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Em relação ao presidente Jair Bolsonaro engana-se quem acha que ele vomita tanta asneira todos os dias por mera ignorância ou porque ele, de fato, acredita em tudo que fala. 
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Não, ele faz tudo de caso pensado.
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Na maioria das vezes, ele é aconselhado por assessores que administram suas redes sociais, sobre o que falar, para levantar a audiência de algum grupo destes idiotizados que está "carente" de suas falas asquerosas. Por isso, todo dia ele aparece com uma infâmia diferente e dirigida a um público específico.
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Assim, ele vai mantendo vivos os diversos grupos de idiotizados, que forma o que se convencionou chamar de Bolsonarismo.

Bolsonaro é uma pessoa má, covarde, traiçoeira, inépta, mas que conseguiu, durante 27 anos de frívolo mandato parlamentar, arregimentar mais de 11 milhões de seguidores ("adoradores de mito") somente no Facebook, o que correspondia a cerca de 7% do eleitorado brasileiro cadastrado para as eleições de 2018.

E neste contingente de seguidores - nesta e em outras redes sociais - tem de tudo: os caras que defendem que a Terra é plana; gente que defende o extermínio dos índios, dos quilombolas e de outras minorias; os caras que acham que o nióbio vale mais que ouro e que poderia ser a redenção do Brasil; os milhões de indivíduos que preferem a Ditadura Militar à Democracia e à liberdade; os que defendem a liberação do garimpo indiscriminado na Amazônia e a consequente destruição de seus rios e floresta; gente que acredita que a vacina contra a covid-19 contém um chip para monitorar e controlar a Humanidade. E tem gente que vai além, ao bater palmas para o presidente da República quando este fala que a vacina vai transformar o vacinado em jacaré.

Enfim, nosso país tem "idiota" para todos os gostos e eles conseguiram construir, sob medida, um "mito" para liderá-los.

Às vezes, eu fico pensando que idiotice é uma doença infectocontagiosa, tendo como vetor de transmissão do idiocy vírus o presidente da República, que não mede esforços para estar sempre a defender qualquer fala desprovida de um mínimo de lógica e bom senso, apenas para manter com vida o infectado da vez.

Conforme a IstoÉ O flerte de Bolsonaro com o nazismo é antigo e já se manifestava na década de 1990. Ele declarou simpaticamente que seu bisavô foi soldado de Hitler e demonstra, há pelo menos duas décadas, uma tolerância inaceitável em relação a algumas ideias e iniciativas do ditador e seus asseclas. Em 1998, defendeu, em um discurso na Câmara, oito alunos do Colégio Militar de Porto Alegre que elegeram Hitler como personagem histórico mais admirado em um levantamento feito pela revista Hyloea, publicada pela instituição. Hitler ficou à frente de Jesus Cristo, Tiradentes e Mahatma Gandhi. Na ocasião, os jovens argumentaram que escolheram o líder nazista por causa de sua “inteligência e audácia”, “dom da palavra” e “poder de indução”.

O espírito nazi-genocida de Bolsonaro se expressou por diversas ocasiões, como por exemplo, em 1999, quando ele defendeu o fechamento do Congresso Nacional e o fuzilamento de uns 30 mil, incluindo o presidente Fernando Henrique Cardoso.

Em abril de 1998, Bolsonaro defendeu o extermínio dos indígenas: "Competente foi a Cavalaria norte-americana, que dizimou seus índios no passado e hoje em dia não tem esse problema em seu país”.

Seu espírito genocida se viu exposto ao mundo diante de sua reação ao coronavírus, preferindo a morte de seus compatriotas à vacinação. Defendeu também a contaminação em massa da população, mesmo antes de se ter qualquer vacina disponível no mercado e outras barbaridades, como a falta de atenção aos índios, fazendo vista para a invasão de garimpeiros em suas terras e a contaminação indiscriminada dos indígenas pelo novo vírus levado pelos invasores. 

E quando a gente achava que já tinha visto e ouvido todas as barbaridades possíveis, aparece este polêmico Monark (Bruno Aiub) sócio e apresentador do Flow Podcast [chegou a ser cotado para o BBB 22] com um discurso inaceitável nos dias atuais:

A esquerda radical tem muito mais espaço que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço [...] Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei", disse.

Monark, depois da polêmica que invadiu as redes sociais e a perda de patrocinadores para seu canal no YouTube, tentou justificar sua fala, dizendo que estava bêbado na hora da entrevista com os deputados federais Kim Kataguiri e Tabata Amaral, quando discutiam sobre a liberdade de pensamento e o direito de expressão, coisas arduamente defendidas por Jair Bolsonaro, com o propósito de justificar o Gabinete do Ódio e sua rede de robôs para disseminar Fake News.

A liberdade de pensamento e de expressão é garantida em nosso país pela Constituição Federal, mas defender o Nazismo ou usar de seus símbolos, o que é visto como apologia ao Regime Nazista é crime previsto no artigo 20, § 1º da Lei nº 7.716, com redação dada pela Lei nº 9.459: "Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo". Pena: reclusão de 2 a 5 anos e multa.

Além disso, cabe ressaltar o art. 2° da Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação (Decreto n° 65.810/1969), no qual o Brasil se compromete a adotar uma política de eliminação da discriminação racial em todas as suas formas e por todos os meios possíveis.

Portanto, Lula, Bolsonaro, Monark e todos os outros idiotas de plantão que defendem de alguma forma qualquer forma de discriminação e o nazismo têm de se ver com os ditames da lei.

Simples assim!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Bruno Dantas, ministro do TCU perseguidor de Sérgio Moro, quem diria, foi delatado na Lava Jato...

 O falso moralista constantemente aponta imoralidades e amoralidades de outrem, escondendo de forma sutil a sua real face e sua ideologia.

(Railan Oliveira)

O ex-juiz Sérgio Moro, desde que entrou na corrida para se cacifar como candidato ao Palácio do Planalto, tem levado pancada de todo lado. E a motivação dos calhordas que o atacam, de forma covarde e rasteira, é a mesma: não admitem que possa assumir o cargo máximo do país uma pessoa disposta a combater a corrupção endêmica entranhada em todos os extratos da República, especialmente na esfera política, mas com longa manus em todos os Poderes.

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Quem é o procurador Lucas Rocha Furtado que vem perseguindo tanto o ex-juiz Sérgio Moro no TCU

Procurador Lucas Rocha Furtado - Fotografia de 2003 - Crédito: Correio Braziliense

Para o mau-caráter trair e enganar é algo normal. Ele é um canalha que não tem misericórdia nem compaixão de ninguém. É um ser ambicioso, falso, egoísta e maléfico. (Izzo Rocha)

Que o ministro Bruno Dantas está no Tribunal de Contas da União (TCU) a serviço da corruptela política, não se tem mais dúvida. Conforme já expus aqui (clica que abrirá em outra aba) em outra postagem, ele está no TCU por obra e graça da presidente Dilma Rousseff que aprovou sua indicação, bancada pelos seus padrinhos políticos José Sarney, Renan Calheiros e Vital do Rego, apenas para citar alguns calhordas Só gente "boa"!

Lá eu não disse, mas vou aqui me redimir: Bruno Dantas e Vital do Rego foram delatados pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral:

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Entre o fanatismo e a blasfêmia: o vale-tudo!

Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem.

Nelson Rodrigues

Para Jair Bolsonaro, ganhar as eleições de 2022 é como as tantas outras que ele ganhou ao longo de sua carreira política. Ele não quer ter esforço para isto, ela aposta na burrice do eleitorado e na sua sempre disposição em ser enganado.

Antes, quando era para renovar seu mandato de deputado federal, ele sempre inventava uma polêmica para ficar na boca do povo e angariar votos. Assim foi com o "kit gay", que somente existiu em seus discursos e na cabeça de seus seguidores. Ele também alimentou por anos a intervenção no Congresso Nacional e no Poder Executivo, trazendo para seu lado os viúvos e viúvas da Ditadura Militar, mantendo sempre em pauta o culto a figuras degradantes do nefasto Regime, como é o caso do torturador coronal Ustra. Em seu estentor, ele chegou a pregar a morte de 30 mil brasileiros - no mínimo - "incluindo FHC", para, segundo ele, "acabar com o que os militares haviam iniciado".

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A crônica de um camarão incomível

Depois de tomar posse em 1990 na Presidência da República, Fernando Collor de Mello aprontava essas mesmas presepadas e deu no que deu. Sinal de que podemos nos livrar de Bolsonaro logo.

Para muitos, poderia parecer até praga de apoiador baiano de Sérgio Moro o abandono repentino de Jair Bolsonaro de suas férias, que não eram férias e que tinha como segunda fase curtir praias sulistas, já que no período de Natal ele preferiu ficar em Guarujá (SP).

Afinal, logo no primeiro dia (27/12) deste segundo sprint de férias - rara oportunidade em que viajava com a mulher Michelle e a filha Laura -, o presidente avisou: "Espero não ter que retornar antes". Ele acabava de se instalar em suas acomodações no Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul (SC) armado com todos os brinquedinhos que o presidente tanto gosta, onde planejara ficar até o dia 4 de janeiro.

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Temporariamente entupido: a esdrúxula tentativa de Jair Bolsonaro em repetir as eleições de 2018. Moro neles!

O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente...

Mario Quintana

“Que prazer eu sinto ao saber que o filho-da-puta passa mal. Mata seu povo e leva o castigo de volta: que exploda em merda!”, escreveu o ator petista José de Abreu no Twitter. 

“STF e checadores do Twitter Brasil, seria esse mais um exemplo do ódio do bem? Só gostaria de ler a resposta para a questão!“, argumentou o santinho do pau oco, o vereador federal Carlos Bolsonaro, a pessoa que encabeça um grupo de marginais bolsonaristas, regiamente pagos com dinheiro público, para disseminar inverdades e meias verdades que induzem o leitor ao erro (Fake News), atacar reputações, usar ciber robôs para se posicionar melhor nas redes sociais sobre determinados assuntos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

O Brasil não merece ter que escolher entre Lula e Bolsonaro, diz Pedro Simon, aliado declarado de Moro

Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre

Charles Chaplin

Crédito: Eduardo Amaral. Jornal ABC. 31 dez. 2021

Durante 56 anos ininterruptos o caxiense Pedro Simon, ocupou cargos políticos - sempre eleito, mesmo no período ditatorial. Sua atuação política começa em 1953, ainda no movimento estudantil em sua terra natal. Em 1958 é eleito vereador em Caxias ainda pelo PTB de Jango e Brizola. Quando surge o bipartidarismo, migra para o MDB, sigla que ao longo de 21 anos arregimentou a oposição ao governo militar.

Além de vereador, Simon também foi eleito deputado estadual, governador e senador. E foi no Senado que sua retórica inflamada e os discursos contra a corrupção lhe deram destaque. Como opositor à ditadura militar, esteve envolvido em campanhas como a Lei da Anistia e as Diretas Já.

sábado, 1 de janeiro de 2022

O que tem a ver votar em Sérgio Moro e o monstro palaciano que devora a infância de sua filha!

O mundo será julgado pelas crianças. O espírito da infância julgará o mundo.

Georges Bernanos

Eu sempre defendi a hipótese do presidente Jair Bolsonaro ter um grave distúrbio psicológico e que deveria ser impedido por uma Junta Médica de continuar no cargo, por tudo de ruim que sua loucura tem causado dos Brasil e aos brasileiros.

Mas, enquanto a gente não consegue tirá-lo do cargo pelo voto (graças a Deus falta menos de 1 ano), vamos ter de aturá-lo, mas de forma crítica em relação às suas ações de chefe de Estado e em sua vida privada, porque político não tem isso; sua vida é pública.