sexta-feira, 3 de setembro de 2021

CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE PODERÁ OU NÃO LIBERTÁ-LO. TUDO DEPENDE DE SEU CARÁTER!

 


Que Deus não deixe longe da justiça dos homens, aqueles que não merecem ter nascido à sua imagem e semelhança!

General Paulo Chagas

O presidente Jair Bolsonaro gosta de se mostrar cristão, grande marido, um paizão e jogar pedra nos outros, pois ele nunca reconhece seus próprios erros preferindo atribuir a outras pessoas as razões de sua fracassada existência.

Então, conheça uma passagem de sua vida e analise se ele tem qualquer moral para ficar atacando outras pessoas:

Quando Jair Bolsonaro e Rogéria Nantes - mãe de seus três filhos mais velhos -, se separaram (1998), ele disse que a ex-mulher havia deixado de seguir suas orientações nas votações na Câmara Municipal, onde ela era vereadora, pois ele exigia que ela votasse de acordo com sua orientação, lá de Brasília. Com esta alegação, ele retirou o apoio a ela, que não conseguiu se reeleger nas eleições de 2000, quando seu cacife político foi transferido para o filho Carlos Nantes Bolsonaro, então com 17 anos e que foi eleito pela primeira vez.

Os reais motivos da separação não foram divulgados pelo casal, embora a imprensa tenha se esforçado muito para saber das fofocas. Entretanto, o jornalista Luiz Maklouf Carvalho, escrevendo para o Estadão, no dia 15 de abril de 2018, relembrou o caso e resgatou uma nota divulgada na imprensa na época da separação do casal (1998).

A desavença conjugal ocorreu no começo deste segundo mandato de Rogéria, ambos insatisfeitos com as infidelidades de cada um. Quem viveu de perto – e não fala abertamente, com medo do quem sabe futuro presidente da República – relata que Bolsonaro teve enorme dificuldade de já ir se acostumando. Finalmente separados, ambos assumiram os relacionamentos já existentes. Vida que segue, como no jogo. Até a eleição de 2000.

Ponto Final. Levou chifre sim...


O que você verá abaixo é um trecho de um relatório de 1990 do Exército, feito a mando do general Jonas de Morais Correa Netto, ministro chefe do EMFA. Não se faz general como antigamente...


O chifre já vinha de longa data...




Análise do Exército


Isso aí já era com sua assessora, em Brasília, Ana Cristina...


Nenhum comentário:

Postar um comentário