Da série "seria cômico se não fosse trágico"
Gostaria de poder fazer algo sobre a corrupção no país. Se dependesse de mim, todos estes deputados corruptos estariam na cadeia.
Luiz Inácio Lula da Silva - o maior corrupto já elevado ao cargo de presidente da República Federativa do Brasil.
Diz a turma do politicamente correto que não se deve julgar uma pessoa pela cara. Mas, que me desculpem os certinhos: o que tem de falsidade nestes sorrisos, não está escrito. O presidente Jair Bolsonaro somente demonstrou para seus leitores que era tão falso e que não cumpre o que promete, depois de 27 anos na política,
pois antes, ele somente enganava os cariocas, que o reelegia para deputado federal. Agora, demonstrou para todo o Brasil que é um mau caráter e alinhado, corpo e alma, com os piores corruptos do Congresso Nacional.Já o seu companheiro de foto e que ontem (09/12) lançou sua candidatura à Presidência da Câmara dos Deputados, o deputado federal por Alagoas, Arthur [César Pereira de] Lira vem sendo, desde 2011, investigado pela Polícia Federal por crimes de corrupção, improbidade administrativa (Rachadinha do tipo Flávio Bolsonaro), enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e outros.
Este sujeitinho é tão descarado que está acenando para a Oposição com a promessa de lutar contra a Lava Jato e promover a flexibilização da Lei da Ficha Limpa. Claro, para permitir a volta à cena política de caciques do PT e de outros partidos condenados em segunda instância, tendo se reunido até com o José Dirceu, na esperança de cooptar os votos do PT. E tudo isto com as bênçãos do presidente Jair Bolsonaro e de seus filhos, igualmente, corruptos.
Conheça alguns fatos criminosos evidenciados de Arthur Lira e veja com quem Bolsonaro anda e apoia para presidir a Câmara dos Deputados e acabar de vez com a nossa esperança de ver o Brasil ser tornar um país melhor. Arthur Lira e Bolsonaro projetam usar a Câmara dos Deputados para aprovar medidas para facilitação da prática de garimpo irregular e que destrói a natureza, ampliar a devastação da Amazônia, dizimar as comunidades indígenas e quilombolas, armar seus seguidores, para formar milícias em sua defesa e outras muitas coisas que contribuirão para tornar o Brasil, um país pária na comunidade internacional.
Vejamos o que se tem sobre Arthur Lira:
1. Operação Taturana
Em 16 de Dezembro de 2011, o juiz Helestron Costa, da 17ª Vara da Fazenda Pública de Maceió, determinou o afastamento dos cargos públicos de Arthur Lira, na época Deputado Estadual, dos também deputados estaduais João Beltrão e Cícero Ferro, do prefeito de Roteiro, Fábio Jatobá, do ex-deputado estadual Celso Luiz Brandão, ex-prefeito de Canapi, e da filha de João Beltrão, Jully Beltrão, como desdobramento da Operação Taturana, deflagrada em 2007. Além disso, o magistrado decretou o bloqueio dos bens de todos eles. No entanto, pouco depois o Tribunal de Justiça de Alagoas decidiu suspender os efeitos de decisão após analisar os recursos impetrados pela defesa do parlamentar. O presidente do Tribunal, desembargador Sebastião Costa Filho, entendeu que Arthur Lira não poderia atrapalhar o andamento do processo.
Em 2012, Arthur Lira foi condenado pela 17ª Vara Cível de Maceió em uma ação civil de improbidade administrativa pelo mesmo caso Arthur era primeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas e teria manipulado a folha de pagamento, fazendo descontos indevidos de cheques da Assembleia. No entanto ele recorreu da condenação.
Antes disso, em 2008 Lira já havia sido preso por obstrução da justiça. Ele estava afastado de suas funções na Assembleia Legislativa desde 17 de março pelo envolvimento no Caso das Taturanas, acusado de participar de um esquema de fraude que desviou R$ 280 milhões do legislativo, além de ter tido seus bens bloqueados. Haviam sido afastados junto com Lira os deputados Mauricio Tavares, Isnaldo Bulhões, Nelito Gomes de Barros, Edval Gaia Filho, Cícero Ferro, Cícero Amélio, Dudu Albuquerque e Antônio Hollanda Júnior.
2. Enriquecimento ilícito
Em 2016, o jornalista Chico de Gois, do jornal O Globo, lançou um livro chamado Os Ben$ que os Políticos Fazem, que atinge diretamente Arthur Lira e seu pai Benedito de Lira. O livro traz 10 casos de políticos brasileiros que enriqueceram durante o exercício do mandato. Entre eles, levanta o enriquecimento de três filhos de políticos que, apesar de jovens, têm uma fortuna maior do que a de seus pais, que estão há anos na política. Além de Arthur Lira, foram citados João Henrique Caldas e Wilson Filho.
De acordo com a publicação, Arthur tinha um patrimônio declarado de R$ 79 mil no ano de 1996. Em 2006, após 10 anos, esse valor havia pulado para R$ 695 mil. Em 2010, após 14 anos e três mandatos (dois de deputado estadual e um de federal), seu patrimônio evoluiu para mais de R$ 2 milhões. Apesar deste crescimento, ele teria deixado de declarar bens como, por exemplo, um apartamento no bairro da Jatiúca, em Maceió. Junto com o pai, teria deixado de informar que são sócios na empresa D’Lira Agropecuária e Eventos, criada em 2007. O livro relata também as acusações de que o deputado foi integrante de um esquema de desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Alagoas, dentro da chamada Operação Taturana, pelo qual chegou a ser preso, identificado pela Polícia Federal como um político "sem limites para usurpar dinheiro público", o que não o impediu de conseguir se eleger deputado federal em 2010.
3. Operação Lava Jato
Em 4 de setembro de 2015, O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncias ao Supremo Tribunal Federal contra o deputado federal Arthur Lira e seu pai, senador Benedito de Lira, por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. Nas denúncias, Janot pede a condenação dos dois pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Durante as investigações, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou, em delação premiada, que repassou R$ 1 milhão, por intermédio do doleiro Alberto Youssef, para a campanha de 2010 ao Senado de Benedito de Lira. O valor, segundo Costa, teria saído da "cota" destinada ao PP no esquema de corrupção e seria decorrente de sobrepreços em contratos da Petrobras. No caso do deputado Arthur Lira, Youssef afirmou, também em delação premiada, que teria pago despesas de campanha do parlamentar em 2010. O doleiro também disse que soube que um assessor do deputado recebeu R$ 100 mil em espécie, mas que ele teria sido detido com o dinheiro no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Ainda de acordo com o doleiro, o deputado recebia repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da "cota" do PP. Em relatório enviado ao Supremo, a Polícia Federal apontou ainda que o empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, também afirmou em depoimentos de delação premiada que os dois foram beneficiados com dinheiro desviado da Petrobras. No dia 1º de setembro a PF já havia enviado relatório ao STF no qual apontava indícios de corrupção passiva dos dois parlamentares e pedia, como uma medida cautelar em procedimento separado, o afastamento dos dois dos cargos públicos

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