sábado, 8 de junho de 2024

A safadeza irrestrita do Governo Lula na compra de arroz

 

Mesmo algumas décadas depois do auge verificado nos anos 1970, o Brasil continua sendo o País do "Milagre Econômico", agora desmilitarizado e com as bênçãos do Governo Petista de Lula & caterva.

Ah, e não se esqueça: com todas as manobras espúrias feitas pelos deuses do Olimpo Supremo para salvar o presidiário Nine Fingers da PF e elevá-lo à Presidência da República.

Para que? Pra isto?

Mesmo com todos os protestos da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e de produtores de arroz do Rio Grande do Sul, o Governo Federal levou em frente a decisão de Lula e de seus comparsas marqueteiros em importar 300 mil toneladas de arroz para, supostamente, suprir a demanda interna, com a eventual queda de produção no RS, o Estado maior produtor de arroz do Brasil.

A ideia era simples: exigir a entrega do arroz em sacos plásticos de 2 kg, com a inscrição "Produto adquirido pelo Governo Federal" e limitar o preço de venda no varejo a R$ 4,00 o kg, ou seja, R$ 8,00 o pacote, preço que também viria inscrito, em letras garrafais, no pacote.

Supostos benefícios: entregar às famílias mais pobres um arroz com preço subsidiado [ sem se importar com a qualidade] e com o pedido tácito de voto para candidatos do PT nas eleições de 2024 e, o mais visado, pedir voto para o pilantra do Lula em 2026.

Daí a pressa da Conab em viabilizar a negociata do arroz.

Beneficiados colaterais: nunca na história do país, uma safadeza do Governo Federal foi tão rapidamente descoberta. O PT & Lula, já acostumados com a vida de crimes de corrupção - agora semi-lavada apesar das lágrimas de Themis e o arrojo da turma da toga suprema -, ou não tomaram a prevenção necessária ou confiaram demais na impunidade garantida no Supremo Tribunal Federal e no Congresso Nacional - aliados de primeira hora -, e partiram para usar a compra de arroz para faturar alto. Ops, para quem?

Não é possível que, para uma compra deste montante, não se saberia, previamente, quem seriam os ofertantes: um vendedor de queijos, um sorveteiro e um locador de automóveis.

Claro que o Governo sabia e, com toda certeza, esta é a estratégia utilizada pela CONAB, embora esta negue para preservar o chefe da mutreta: Loja de queijos, locação de máquinas agrícolas e fábrica de sucos e sorvetes compraram 189,5 mil t das 263 mil negociadas no leilão de arroz.

Até quando o TCU, o STF e o Congresso Nacional vão continuar calados?

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