sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Presidente Moro vem aí

Chamamos de ética o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando todos estão olhando. O conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está olhando chamamos de caráter.

Oscar Wilde


De acordo com o jornalista Diogo Mainardi, da revista Crusoé e do site O Antagonista “Sergio Moro já está eleito”. E ele baseia sua sentença no baixo nível dos opositores do ex-juiz federal e pelo asco que a sociedade devota a estes personagens menores da história, que ao invés de fazerem algo de útil para a Nação, vivem de destilar ódio por quem faz.

“Basta pegar a lista de seus oponentes. Quem conta com a hostilidade de Jair Bolsonaro, Lula, Rodrigo Maia, Renan Calheiros, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ciro Gomes derrota qualquer um — e derrota com folga.

Até seus pretensos aliados procuram segregá-lo, diz Mainardi. Luciano Huck, depois de encontrá-lo em Curitiba para conversar sobre 2022, vazou para um jornal que pertence à turma de Rodrigo Maia. O plano eleitoral de Luciano Huck é simples: ele quer se apresentar como alguém capaz de agregar apoios — de Sergio Moro a Rodrigo Maia. Ao mesmo tempo que ele agregaria apoios, Sergio Moro os afastaria, como demonstrou o próprio Rodrigo Maia, declarando que Sergio Moro é de extrema-direita.”

O ex-procurador da República, Carlos Fernando dos Santos Lima também avaliou o movimento que se faz em torno das eleições presidenciais de 2022 e a participação de Sérgio Moro:
“Alguém capaz de reconciliar a política com a moralidade pública, desfazendo essa relação incestuosa entre o interesse público e o privado. Não se trata ainda de estabelecer um candidato centrista, mas de discutir, como recentemente fizeram Moro e Luciano Huck, o futuro deste país. Tudo o que não precisamos agora é novamente um embate entre extremistas como foi na última eleição. Não podemos mais precisar tapar o nariz para votar no candidato menos malcheiroso.”

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