terça-feira, 8 de setembro de 2020

A PGR dos corruptos é o nosso maior pesadelo

O fato mais fundamental sobre as ideias da esquerda política é que eles não funcionam. Portanto, não devemos ficar surpresos ao encontrar a esquerda concentrada nas instituições onde as ideias não têm de trabalhar para sobreviver.

Thomas Sowell

O procurador da República Antônio Augusto Brandão de Aras, apesar de estar no Ministério Público desde 1987. era até pouco tempo, um desconhecido do público e com razão, já que pouca visibilidade conseguiu nestes mais de 30 anos de trabalho, somente aparecendo, de fato, quando pleiteou o cargo de procurador-geral da República junto ao presidente Jair Bolsonaro, a quem vendeu a alma em troca do cargo. Aras sequer apareceu entre os mais votados para compor a lista tríplice de indicação, mas conquistou o apoio do presidente por promessas que somente os dois e Deus sabem. 

Augusto Aras foi apontado pela imprensa como "conservador" e "o mais alinhado ideologicamente com Bolsonaro dentre os candidatos ao cargo", tendo se colocado como favorável à agenda de reformas do governo e recebido o apoio do ministro Tarcísio de Freitas, do deputado federal Alberto Fraga (DEM) e dos filhos do presidente. (Wikipédia)

Augusto Aras nunca teve de dizer aos seus pares porque gostaria de ser o procurador-geral, e entrou na Procuradoria-Geral como "homem de confiança" do presidente da República. jogando por terra todo o esforço dos últimos anos feito por bravos procuradores da República para tornar o Ministério Público Federal um órgão de ação independente contra o crime organizado e se esperava que o PGR fosse alinhado com as teses defendidas pela maior parcela da sociedade, que não mais tolera a roubalheira na política. Mas Aras preferiu o lado podre da história; ele virou as costas para seus companheiros de ofício para abraçar o que há de pior na política brasileira.

Augusto Aras seguindo o plano ditado por Jair Bolsonaro e seus aliados do Centrão, faz de tudo para destruir a Operação Lava Jato e proteger a escória política, que não aceita deixar de roubar o país e, principalmente, não admite ser punida, num país em que já não é preciso esconder do eleitor que é corrupto, como o es-prefeito de Cocal e que almeja novo mandato em 2020. Veja o vídeo! 


O que não dá para entender é ver como uma pessoa com 33 anos no serviço público, professor universitário em Brasília, se vende em troca de um cargo; e, mais, que este cargo seja usado contra toda uma sociedade para se autobeneficiar e encobrir a roubalheira da classe política, mesmo que, para isto, seja necessário destruir o combate à corrupção dentro do órgão que dirige e destruir a reputação de pessoas que lutavam contra o crime organizado, como o ex-ministro Sérgio Moro e o procurador Dallagnol.

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