terça-feira, 23 de novembro de 2021

A união em torno de Sérgio Moro é a única via possível para se construir um Brasil mais justo e solidário

A união do rebanho obriga o leão a deitar-se com fome.

Provérbio africano

Na campanha eleitoral de 2002, vencida por Lula, os camundongos representavam os adversários, os políticos de outros partidos, apontados por ele como os corruptos que deveriam ser combatidos e até mortos, como insinuava a ratoeira presente nas peças publicitárias, mas o PT de Lula, que prometia combater a corrupção, na propaganda, foi o mesmo pego de calças curtas botando a mão no dinheiro público e deixando muitos de seus membros ricos e impunes.


Mesmo com a descoberta do Mensalão em 2005, Lula conseguiu se reeleger, à custa de mentiras e muito dinheiro público para comprar o eleitorado pobre e muitos ricos que usufruíam das benesses do Planalto em troca de apoio. E Lula conseguiu fazer de Dilma Roussef - ex-ministra da Casa Civil -, presidente em sua sucessão.

Dilma Roussef, talvez tenha sido a que mais contribuiu para o combate à corrupção, ao sancionar, em 2010, a Lei nº 12.850, que definiu organização criminosa e dispôs sobre a investigação criminal e os meios de obtenção da prova, com destaque para a Colaboração Premiada, que acabou levando Lula a ser condenado por corrupção e muitos de seus amiguinhos, como José Dirceu, Delúbio Soares, Antônio Palocci, João Vaccari Neto e empresários graúdos como Marcelo Odebrecht e outros, além de diversos políticos. 

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Esta era a imagem que todos queriam ver em cada fase da Operação Lava Jato: o japonês da Polícia Federal levando mais um corrupto para o xilindró. E foi nessa onda que Jair Bolsonaro embarcou, ganhando o voto de milhões de brasileiros que torciam para que a Justiça fizesse uma limpeza no meio político, onde imperava (ainda impera!) a corrupção aniquiladora de todos os sonhos dos brasileiros, que são diariamente jogados na miséria para enriquecer políticos e seus familiares.

Mas era somente campanha política, tal qual tinha sido a de Lula: mentiras, mentiras, mentiras... Mas, infelizmente, muitos milhões de brasileiros acreditaram nas mentiras de Jair Bolsonaro (aliança com o Centrão, rachadinhas, orçamento secreto, compra de mansões, sigilos de 100 anos) e o elegeram, erro que pode ser agora remediado, embora não possamos esquecer do cinismo do brasileiro que parece adorar a corrupção e fingir que está sendo enganado.

Por isso, é preciso que haja uma mobilização nacional em torno do nome do ex-juiz Sérgio Moro para que o mesmo venha ser eleito em 2022 e nos dar de volta o desejo de novamente sonhar que é possível ter um país mais justo e solidário, sem a roubalheira institucionalizada como nos governos do PT e de Jair Boçalnaro.

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