domingo, 22 de setembro de 2024

Pitadas de Psicopatia: quem o STF deveria investigar!

Frieza emocional. Narcisismo compulsivo. Timidez patológica. Traços psicopatas. Joia rara.

La Casa de Papel

Se o ministro Alexandre de Moraes quisesse mesmo prestar um relevante serviço ao Brasil Democrático deveria olhar para o seu próprio umbigo e começar a coletar informações sobre os negócios privados do ministro Gilmar Mendes.

Vamos aqui nos ater às palestras que muitos ministros e desembargadores de cortes superiores têm feito e faturado até R$ 50 mil por hora, livre de quaisquer despesas.

Com relação a palestras feitas pelo procurador Deltan Dallangnol, o ministro Gilmar Mendes levantou várias suspeitas veladas sobre valores cobrados pelas palestras, mas, em nenhum momento ele mencionou que a maior parte das palestras feitas pelo procurador são gratuitas e que, quando cobradas, ele doava a maior parte dos valores recebidos para obras filantrópicas.

O portal do jornal O Globo, deu divulgação a este fato no dia 19 de junho de 2017: "no caso de palestras remuneradas sobre ética e corrupção em grandes eventos, tenho destinado o dinheiro para entidades filantrópicas ou para a promoção da cidadania, da ética e da luta contra a corrupção", conforme afirmou o procurador Deltan Dallangnol.

Em resposta à esta matéria, Gilmar Mendes afirmou ao Correio Braziliense que não recebia nada pelas palestras que faz: “Não cobro por nenhuma”, o que não foi visto como tendo sido uma resposta honesta, já que ele vivia fazendo palestras para entidades, como a Associação Comercial do Rio de Janeiro, que cobrava ingresso para quem quisesse ouvir o ministro.

Há de se considerar ainda que o esperto ministro Ricardo Lewandowski, que presidia o STF e, por consequência, o CNJ, decidiu dar solução ao dilema de ministros palestrantes que queriam cobrar abertamente pelas paletras. Então ele, no comendo do CNJ, conseguir aprovar a resolução 226, do dia 14 de junho, e fixou o entendimento segundo o qual palestras ministradas por juízes são equivalentes ao exercício do magistério.

Aí, a coisa virou festa, com ministros do STF palestrando, sem qualquer transparência dos valores recebidos e de quem os pagava, criando empresas exclusivamente para intermediar a contratação de tais palestras e recebendo por elas.

Segundo investigação do Estado de S. Paulo, ministros e desembargadores vêm palestrando no Brasil e no exterior, recebendo dinheiro de empresas que, muitas vezes, estão encrencadas com a Justiça e têm tais ministros e desembargadores como relatores de seus processos.

Isto não é magistério; isso é corrupção e o Senado Federal tem a obrigação de investigar isto e outros casos assombrosos de corrupção dentro do Judiciário brasileiro.

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