sexta-feira, 28 de agosto de 2020

A sexta-feira (28) começou com boas notícias para o Brasil

 A história é apenas uma série de crimes e desgraças.

Voltaire

Esta sexta-feira (28) começou pra lá animada. Só espero que continue assim, pois nossa Justiça está complicada: um juiz condena e prende o bandido com todas as provas e logo aparece outro - 99,9% das vezes o Gilmar Mendes - para mandar soltar ou invalidar as provas. Mas, nesta sexta-feira temos de bater palmas para a primeira boa notícia da manhã: o STJ mandou que o governador do Rio de Janeiro seja imediatamente afastado do cargo e que o pastor Everaldo - aquele da sementinha milagrosa, tal qual a cloroquina do Bolsonaro.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que o governo do RJ estabeleceu um esquema de propina para a contratação emergencial e para liberação de pagamentos a organizações sociais (OSs) que prestam serviços ao governo, especialmente nas áreas de saúde e educação.

A PGR sustenta que Witzel usou o escritório de advocacia da mulher, Helena, para receber dinheiro desviado por intermédio de quatro contratos simulados no valor aproximado de R$ 500 mil - cerca de R$ 15 mil mensais de cada uma das quatro.
  Apesar desta boa notícia, o Brasil está carente de muitas outras, pois a bandidagem tomou de vez nosso país e agora se mostra às claras em todos os três Poderes da União: Legislativo, Executivo e Judiciário. Precisamos de uma limpeza geral!

A cerimônia do batizado de Bolsonaro no Rio Jordão, que foi dirigida pelo pastor Everaldo Dias Pereira, tendo havido o seguinte diálogo:

- Bolsonaro, você acredita que Jesus é filho de Deus?

- Acredito.

- Você crê que Ele morreu na cruz?

- sim.

- Que Ele ressuscitou?

- Sim.

- Está vivo para todo o sempre?

- Sim.

- É o Salvador da Humanidade?

- Sim.

- Mediante a sua confissão pública, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Depois de mergulhar Jair Bolsonaro na água, o pastor Everaldo arriscou uma brincadeira.

- Peso pesado (risadas).

Bolsonaro, então, se afasta agradecendo os aplausos:

- Obrigado, obrigado.


Mas faltou aquela perguntinha clássica:

- Confessa que, junto com seus filhos políticos, você se apropria de dinheiro público? 



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