A Assembleia dos Ratos - Era uma vez uma colônia de ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma assembléia para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim um jovem e esperto rato levantou-se e deu uma excelente ideia; a de pendurar uma sineta no pescoço do gato. assim, sempre que o gato tivesse por perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todos os ratos bateram palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um velho rato que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O velho rato falou que o plano era muito inteligente e ousado, que com toda a certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem ia pendurar a sineta no pescoço do gato?
Moral da história: Falar é fácil, fazer é que é difícil.Esopo [620-560 a.C] escritor grego
O Brasil está virando chacota mundial e motivos não faltam para alimentar a mídia internacional: a absurda falta de uma política coerente de combate à Pandemia do Covid-19, a desídia do governo com sua responsabilidade de preservar o Meio Ambiente e a entrega, pelo presidente Jair Bolsonaro, das chaves dos cofres públicos aos corruptos que ele prometeu, em campanha eleitoral, que iria combater. E, pior, ainda mantendo um grande número de pessoas que acreditam que ele está no caminho certo, destacando-se, com isto, o alto grau de ignorância que permeia a sociedade brasileira, com alguns ainda agindo como em tempos de obscurantismo.
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A mídia no exterior continua repercutindo a patética declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 21 de abril, quando disse que os efeitos do Covid-19 seria apenas de uma gripezinha e que ele "com histórico de atleta" se contraísse o vírus nem sentiria nada:
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Na área de Meio Ambiente, a coisa anda de mau a pior. O ministro Ricardo Salles é alvo de ação de improbidade ajuizada pelo Ministério Público Federal pedindo seu afastamento do cargo. De acordo com os procuradores, Salles age em nome de interesses comerciais, e não da proteção do meio ambiente. E tem agido para reduzir a proteção ambiental do país.
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O general Hamilton Mourão tenta enrolar os investidores estrangeiros de que apolítica ambiental vai mudar, mas não dá para acreditar, mesmo porque, ele, no comando do Conselho da Amazônia, apenas fez discurso bonito e nada sinalizou de prático para afastar as danosas decisões tomadas na área ambiental, como a desmontagem das equipes de fiscalização, a proibição da aplicação de multas, a não inclusão no Conselho de representantes do Ibama, da Funai e dos Estados amazônicos. Dá para acreditar num cara desses, aliado e submisso a Bolsonaro?
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Para piorar o que já está pra lá de ruim, o presidente Jair Bolsonaro foi para as redes sociais - seu brinquedinho predileto -, para fazer rasgados elogios ao famigerado ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, e atacar os países europeus, taxando-os de "seita ambiental".
A mídia no exterior continua repercutindo a patética declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 21 de abril, quando disse que os efeitos do Covid-19 seria apenas de uma gripezinha e que ele "com histórico de atleta" se contraísse o vírus nem sentiria nada:
"Com o meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, seria acometido de uma gripezinha ou resfriadinho. (...) Devemos, sim, voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades, estaduais e municipais, devem abandonar o conceito de 'terra arrasada', a proibição de transportes, o fechamento de comércio eo confinamento em massa, porque o efeito colateral do combate ao vírus não pode ser, no meu ponto de vista, mais danoso do que o próprio remédio".A "gripezinha ou resfriadinho" alardeado pelo presidente da República já matou, até o fechamento deste artigo, um total de 76.668 pessoas, oficialmente, tendo sido infectados mais de 2 milhões de pessoas.
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Na área de Meio Ambiente, a coisa anda de mau a pior. O ministro Ricardo Salles é alvo de ação de improbidade ajuizada pelo Ministério Público Federal pedindo seu afastamento do cargo. De acordo com os procuradores, Salles age em nome de interesses comerciais, e não da proteção do meio ambiente. E tem agido para reduzir a proteção ambiental do país.
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O general Hamilton Mourão tenta enrolar os investidores estrangeiros de que apolítica ambiental vai mudar, mas não dá para acreditar, mesmo porque, ele, no comando do Conselho da Amazônia, apenas fez discurso bonito e nada sinalizou de prático para afastar as danosas decisões tomadas na área ambiental, como a desmontagem das equipes de fiscalização, a proibição da aplicação de multas, a não inclusão no Conselho de representantes do Ibama, da Funai e dos Estados amazônicos. Dá para acreditar num cara desses, aliado e submisso a Bolsonaro?
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Para piorar o que já está pra lá de ruim, o presidente Jair Bolsonaro foi para as redes sociais - seu brinquedinho predileto -, para fazer rasgados elogios ao famigerado ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, e atacar os países europeus, taxando-os de "seita ambiental".
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O Centrão - Para impedir a correta apuração de fatos criminosos ligados a membros de sua família e de políticos corruptos, a quem o presidente abraçou para se proteger contra um processo de Impeachment, Bolsonaro provocou a saída do ministro da Justiça Sérgio Moro, para colocar em seu lugar um ministro que aceite sua ingerência criminosa na Polícia Federal.
s
E, como estes políticos não gostam de roubar pouco, estão sendo colocados em pontos chaves da Administração Federal, onde tem mais dinheiro a ser manipulado, se lixando para o que vai acontecer, desde que mantenha seu Poder.
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A corrupção dos políticos, que também tem proteção da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal, chegou a tal ponto, que ninguém mais liga por estar sendo processado e a roubalheira corre solta. Somente em verbas destinadas ao combate do Coronavírus, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal já apuraram o desvio de mais de 1 bilhão de reais.
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E o mais triste disso tudo é ver que o presidente da República conseguiu adoecer com sua loucura, o país inteiro, mantendo cerca de 30% do eleitorado fiel a ele.
Bolsonaro, o garimpeiro!
O Centrão - Para impedir a correta apuração de fatos criminosos ligados a membros de sua família e de políticos corruptos, a quem o presidente abraçou para se proteger contra um processo de Impeachment, Bolsonaro provocou a saída do ministro da Justiça Sérgio Moro, para colocar em seu lugar um ministro que aceite sua ingerência criminosa na Polícia Federal.
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E, como estes políticos não gostam de roubar pouco, estão sendo colocados em pontos chaves da Administração Federal, onde tem mais dinheiro a ser manipulado, se lixando para o que vai acontecer, desde que mantenha seu Poder.
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A corrupção dos políticos, que também tem proteção da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal, chegou a tal ponto, que ninguém mais liga por estar sendo processado e a roubalheira corre solta. Somente em verbas destinadas ao combate do Coronavírus, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal já apuraram o desvio de mais de 1 bilhão de reais.
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E o mais triste disso tudo é ver que o presidente da República conseguiu adoecer com sua loucura, o país inteiro, mantendo cerca de 30% do eleitorado fiel a ele.
Bolsonaro, o garimpeiro!
“O que eu posso falar é o seguinte: meu pai garimpou por muito tempo [inclusive no Garimpo de Serra Pelada nos anos 1980] e, logicamente, isto está no sangue da gente. Eu sempre tive no meu carro um jogo de peneira e uma bateia e, sempre que possível, eu parava num canto qualquer para dar uma faiscada. Eu sei que não é fácil a vida de vocês, eu reconheço, sim, que nós devemos tudo que temos a oeste do então Tratado de Tordesilhas, a pessoas com o espírito de vocês. Então, o garimpeiro é um trabalhador, é um ser humano, e não pode continuar sendo tratado como se fosse algo de terceira ou quarta categoria. Se Deus quiser, vamos buscar meios para que vocês possam trabalhar com dignidade e com segurança. Tivemos experiência do passado, lá em Serra Pelada, com o major Curió, que foi deputado e que eu conheci também e são esses exemplos que nós podemos aperfeiçoar em alguma coisa e tocar pra frente. Afinal de contas, esse Brasil é muito rico e você garimpeiro, ser humano, cidadão, está em primeiro lugar nestas questões", afirmou o deputado Jair Bolsonaro em julho de 2018, durante encontro com representante dos garimpeiros).



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