Falta muito para que a inocência tenha tanta proteção como o crime.François La Rochefoucauld [1613=1680] escritor francês
Quase todo mundo, a esta hora, já tomou conhecimento de que no dia 8 último (4ª feira) o Facebook derrubou 88 páginas ligadas ao "Gabinete do Ódio" instalado dentro do Palácio do Planalto com ramificações no Congresso Nacional e comandadas pelo "Carluxo", filho "02" do presidente Jair Bolsonaro e por assessores do presidente e ligados à Comunicação da Presidência.
s
Este grupo, vem desde antes das eleições de 2018, atuando de forma agressiva e com muito dinheiro envolvido, na produção e distribuição de fake news, o que foi denunciado com vasta documentação pelo deputado Alexandre Frota à CPI das Fake News, em andamento na Câmara dos Deputados, que terá agora mais argumentos para enquadrar esta Organização Criminosa, que atua financiada com dinheiro público e sob a liderança do presidente da República.
s
d
Mas, os tentáculos da ORCRIM Bolsonarista não fica apenas nas páginas do Facebook e do Twitter; ela atua fortemente junto ao Poder Judiciário, em conluios inimagináveis, com promessas de cargos e não se sabe mais o que... Ontem, a ORCRIM Bolsonarista deu provas, mais uma vez, de seu poder, ao ter o presidente-plantonista do STJ - Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, concedido prisão domiciliar para o Queiróz e sua mulher, que continua foragida.
x
Em Brasília, dizem que tal atitude de Noronha visa ser um agrado ao presidente para que ele seja indicado à vaga do ministro do STF, Celso de Melo, que se afastará no final deste ano por completar 75 anos de idade.
s
Tudo armado para que Queiróz ou sua mulher não tomassem a decisão por uma delação premiada que, certamente, implicaria enormemente a famiglia Bolsonaro, indicando o caminho das "rachadinhas" praticadas pelo filho "01" do presidente e o quanto ele lavou de dinheiro nos anos em que foi deputado estadual no Rio de Janeiro.
s
Tudo isto é uma vergonha...
Você acredita que a família Bolsonaro ficou milionária apenas com salário de político?
No dia 3 de janeiro de 1989, Jair Bolsonaro se envolveu em mais um atrito com seus (ex) superiores militares. Ele havia sido intimado pelo Exército a deixar o apartamento onde morava com a mulher Rogéria, que ficava na área da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), na Vila Militar, até o dia 30 de dezembro de 1988, último dia em que ele iria ficar na Ativa, mas não cumpriu o prazo estipulado, tendo recebido a visita do fiscal de administração da Escola, coronel Adilson Garcia do Amaral que, acompanhado de doze soldados e um tenente, queria consumar o despejo do capitão Jair Bolsonaro.
Depois de muita conversa, o fiscal de administração da EsAO aceitou que a mudança ocorresse no dia seguinte, até 9 horas da manhã, pena de entrarem no apartamento e colocarem tudo para fora, conforme explicou Bolsonaro à imprensa. Contudo, mais uma vez, não foi possível a mudança, por causa do falecimento de um motorista da transportadora contratada para o serviço – Transportadora Baby -, o que foi compreendido, não tendo havido a invasão do domicílio, conforme prometido pelo coronel Amaral.(...)
Logo depois, Bolsonaro e família mudaram do apartamento de propriedade do Exército, antes que este tivesse de usar da força para desalojar o capitão recém passado para a Reserva Remunerada, por ter sido empossado no cargo de Vereador no Rio de Janeiro.
.




Nenhum comentário:
Postar um comentário